março 06, 2013

Verdade momentânea

Não há belas palavras, não há literatura agradável. Não há ideias geniais, nem a beleza dos sentimentos profundos, nem o vasto conhecimento ou o encanto da retórica perfeita. Nada. Só a verdade. E a verdade é que a confusão torna as linhas indefinidas. Torna o saber miserável. Torna os sonhos distantes e a fragilidade, indizível. 
É dolorosa. Dramática. Cheia de uma complexidade detestável, que nem parece real quando vista de fora. Faz sentido e não faz.